Histórias pelo mundo Vida a bordo

Estou velho para viver a bordo! Sério isso?

Recebi uma mensagem de uma pessoa dizendo se achar muito velho para aprender a velejar e morar a bordo com 60 anos de idade. Aliás mensagens desse tipo são comuns.
Catuquei nos meus arquivos e encontrei o Mike, um senhor viúvo de 80 anos que conhecemos em Lumut na Malásia. Ele mora a bordo há 35 anos, na época em um trimarã que aparece no fundo da foto. Super simpátivo, prestativo, brincalhão, que só saia com o bote a remo e pedalava sua bicicleta bem vestido e cheiroso. Dizia que tentaria se legalizar no país ou iria arranjar uma esposa para se casar e poder ter direito aos excelentes benefícios médicos que o governo da Malásia oferece aos cidadãos.
Pretendente é que não falta! Tenho que  pensar na minha velhice, não é mesmo?! Disse ele sempre sorrindo.

Ou seja, mesmo com 80 anos e o corpo sim, já cansado da idade, sua mente não estava. Sua mente estava jovem, com vontade de viver alegremente!

E você, tem alegria de viver?

Comentários, sugestões e críticas construtivas são bem vindos!
Até semana que vem!

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Manutenção Vida a bordo

Limpeza de convés

Semana passada postei fotos nas minhas redes sociais que causaram um rebuliço dentro do meu pequeno  (mas fiél), número de seguidores.

Eu Gutinha limpando o convés do Guruçá.
O porquê de umas fotos fazerem mais “sucesso” do que outras eu sinceramente não sei, só sei que perdi as contas do número de vezes que limpamos o nosso convés e não sabia que seria tão comentado.
Fazemos tanta coisa no automático que esquecemos que o nosso normal, o dia-a-dia é desconhecido pela maioria que deseja viver a bordo.

Pois bem, muita gente acha que morando em um veleiro dentro da água, estamos livres da poeira. Mas infelizmente não estamos. Aqui em Angra moramos perto de uma estrada, então nosso convés fica cheio de pó da descarga de carros, de terra etc…
Em um porto da África do sul, nosso barco ficava com o convés preto, cheio de fuligem de carvão mineral que era embarcado em navios para a exportação. Mas nada se compara ao terror que é ficar fundeado na capital do nosso estado, Vitória, no Espírito Santo. O pó de minério come solto por lá, também deixando o convés preto, mas muito mais difícil de limpar devido ao seu “peso”. Eu varria pó de minério do meu convés e quando chovia, aquilo virava uma lama que me causava pesadelos. Evito pensar como estão os pulmões dos capixabas respirando aquele ar poluído.

Temos duas maneiras de limpar o nosso convés:  Com água salgada ou com água da chuva.
Normalmente quem limpa o convés é o Fausto e com água salgada. É um serviço onde ele faz um baita de um execício físico. Você tem idéia do trabalho que é pegar água salgada com um balde dezenas de vezes? Haja braço, coluna , pernas etc…
Por isso limpar com a chuva é mais fácil, só que nem sempre chove, como agora no inverno que estamos passando por um período muito seco.
Como Fausto havia viajado e calhou de chover depois de uns dois meses de seca, aproveitei para fazer a limpeza.
Choveu muito pouco e por pouco tempo, mas o suficiente para dar tempo de deixar tudo limpinho e ainda coletar água da chuva para beber.

Será que deu para ver como o barco estava sujo?

Estou ajoelhada porque nosso convés já praticamente não tem mais anti derrapante, vamos repintá-lo em breve.
Usamos uma esponja macia, espuma de sofá. Limpa muito bem e não arranha. Se estivéssemos com o anti derrapante em dia, usaríamos uma vassoura também. Não usamos nenhum tipo de produto químico para limpeza, no nosso caso, não há necessidade.

Até semana que vem!

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Vida a bordo Vídeos

Limpeza de fundo: Como encalhamos, que tinta usamos…

Limpar o veleiro faz parte da rotina de quem vive a bordo. Dividimos o nosso barco em três partes: Cima, dentro e baixo.
Hoje escrevo sobre a parte de baixo, ou seja o fundo dos nossos cascos por fora (porque também limpamos os porões uma vez por ano).
A tinta usada para tentarmos nos proteger contra as malditas cracas é a Coopercoat.

Mas Guta, o que são cracas?
São pequenos seres demoníacos em forma de mini conchas que se grudam no casco e vão crescendo. Essas conchinhas diminuem a performance dos veleiros em travessias e no mínimo incomodam fazendo um barulhinho irritante que parecem estalinhos de pólvora.
Para mantê-las afastadas dos cascos, devemos pintá-los com tintas anticrustantes quem contém venenos capazes de impedir que essas cracas se grudem.

Existem vários tipos de tintas disponíveis no mercado para diferentes materiais de que os veleiros são feitos (alumínio, aço, fibra, madeira) e para diferentes usos do barco. Se ele ficará parado no seco em uma marina ou dentro da água. Se ele fará uma viagem de longo curso etc…
No nosso caso optamos por usar a Coopercoat, uma tinta a base de cobre que promete dez anos de garantia com a devida manuteção. Ela é uma tinta “dura”, não descama como a maioria das outras tintas. Para nós que estávamos viajando era a mais recomendada, se não, após cada travessia de oceano teríamos que pintar o fundo novamente.

Como fazemos a nossa manutenção?
A coopercoat apesar de ter algicida em sua composição não faz milagres e temos que limpar os cascos pelo menos uma vez por mês para que não se forme o limo. É um trabalho fácil e até prazeroso dependendo da temperatura da água.
Segundo o fabricante, quanto mais velha a tinta, mais o cobre se oxicida e menos cracas se grudam SE mantemos os cascos limpos sem limo e ativarmos a tinta com uma lixa d´água, pela nossa experiência, de três em três meses.
Com limo, forma-se uma película no casco, diminuindo o poder de atuação do cobre, então as cracas conseguem se fixar. Mesmo assim, é muito mais fácil de retirá-las do que em um fundo sem tinta ou com uma tinta de baixa qualidade .
Como trabalhamos muito no verão, não tivemos tempo de limpar o limo dos nossos cascos, ou seja, uma sinfonia de seres marinhos tocavam para nós todos os dias durante a noite e a sensação de ter o barco mais lento não era só do meu excesso de peso em gordura.
Só que, o inverno chegou e com ele a água do mar fria pra caramba.
Daí entra uma das vantagens do catamarã: O encalhe ou a palavra correta, a varação, para fazermos a limpeza dos cascos, para manutenção dos hélices, pés de galinha, bucha e o que mais precisássemos.
Quando batemos em uma baleia, fizemos os reparos varados em uma praia ao lado do iate clube do Espírito Santo.

No primeiro vídeo mostrei como varamos o Guruçá na praia do Sítio Forte na Ilha Grande aqui em Angra dos Reis e um pouco da nossa rotina a bordo.
No segundo vídeo Fausto explica como varar um veleiro, tanto catamarans como monocascos.

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Vida a bordo Vídeos

Viajar é bom, mas cagar em casa é sensacional.

Viajar é bom, mas cagar em casa é sensacional.

Li essa frase em algum lugar e achei sincera. Pensei: Mais uma vantagem de viajar de veleiro. Levamos nossa casa e vaso junto conosco, mesmo que dar descarga dê um certo trabalho…

Aqui no Guruçá usamos o vaso sanitário manual que muitas pessoas nos perguntam como funciona. Penso que tirei todas as dúvidas e passei uma dica de manutenção preciosa nesse vídeo:

E você, é daqueles que só consegue relaxar para fazer o número 2 em casa? rsrsrs

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Indicações Vida a bordo

Velejadores brasileiros que valem a pena conhecer!

Sejam bem vindos ao nosso novo blog!

Nesse post de estréia, quero indicar novos velejadores que me chamaram atenção em alguma rede social e que estou gostando muito de acompanhá-los.
Separei por categorias, me dei conta que gosto de fazer listas. Rsrsrs

Iniciantes no mar:  Pessoas que estão começando na vela em diferentes estágios.

Veleiro Toa Toa: Um programador e uma arquiteta, experimentando a vida no mar a bordo de um veleiro.
Instagran@veleirotoatoa

Carla e Thiago compraram um veleiro e comecaram a reformá-lo. Em suas postagens a Carla escreve de uma maneira gostosa de ler. A evolução na reforma ao mesmo tempo a adaptação a vida a bordo.

“Meu (Carla) diário de bordo da Travessia de Santos a Santa Catarina: Quando estou velejando eu esqueço da minha realidade. Não que ela seja ruim, veja bem, eu moro em um veleiro e isso pra mim já é muito bom. Mas pensem comigo: o mar não quer saber quem eu sou, se eu ando me alimentando direito, se minha conta bancária está satisfatória, se pago meus impostos em dia ou se tenho louça na pia. O mar também não quer saber se meu barco é bonito ou grande, não quer saber se finalizamos a marcenaria, se o fundo está sem cracas e se instalei uma placa solar bem grande. Quando estou velejando, eu esqueço do mundo da terra, eu esqueço até mesmo das pessoas que estão comigo na hora, eu quero somente ficar em silêncio e me conectar com aquele momento. Ele me convida pra entrar em sua energia vibrante e utópica, porque quando estou  velejando eu me sinto tão parte da natureza que meus problemas como humana vão embora. Mais uma vez fui presenteada com os golfinhos noturnos, eu sentei na proa e tive sensações tão malucas que seria difícil explicar. Parece repetitivo eu sei, mas cada vez que encontro eles é diferente. Hoje que voltei a realidade, tantas responsabilidades e coisas a resolver eu só consigo pensar: quero voltar para esse universo tão particular o quanto antes.”

Como não amar?

Veleiro Caboges: Onde a casa é pequena, mas o pátio é Infinito.
Instagran@veleirocaboges
Youtube: Veleiro Caboges

Bruna e Jairo se jogaram na vida a bordo e estão conseguindo viver de náutica, fazendo charters. Lançaram o canal no youtube onde mostrarão a vida a bordo e a primeira viagem mais longa que pretendem fazer até Fernando de noronha participando da Refeno.

Gostou? Que tal fazer uma pernada com eles?
Whatsapp (51)80181999

Sailing Motion Me: Morando a bordo, soltando as amarras e mergulhando no mundo.
Instagran: @sailing.motionme
Youtube: Sailing Motion Me

Marina é designer de moda e Michel designer de produtos. O casal que já viajou por mais de 30 países e tinham empregos disputados em uma multinacional, decidiu renova-se em uma nova forma de explorar o mundo, dessa vez pelos mares a bordo de um veleiro.
Todo o processo de mudança e descobertas estão nas redes sociais. Belas fotos com legendas estimulantes no insta e vídeos criativos no youtube são imperdíveis!

Quem gostaria de ter uma foto igual a essa útlima levanta a mão!?

Veleiros pela estrada afora, ops, mar fora: Velejadores que soltaram as amarras e começaram suas viajens sem previsão de término. 

Veleiro Pedalindo pelo mar: De ilha em ilha, nas baías, rios e enseadas já são mais de três anos pela costa do Brasil!
Instagran: @veleiro_pedalinho

Eugênio que está viajando com sua cachorra Mina atualmente estão no rio Preguiças, lá em barreirinhas no Maranhão. Ele entrou em tudo quando é cantinho da nossa costa e mostra em suas postagens um Brasil que poucos velejadores conhecem.

Pedalinho Varado em algum rio no nordeste.  Você sabia que um monocasco podia “encalhar”?

Veleiro Katoosh – Dois irmãos que nasceram em um veleiro e que pretendem fazer uma volta velejando  mundo.
Instagran: @veleiro.katoosh
Youtube: Veleiro Katoosh

Conhecemos o Neto uns dois anos atrás fazendo charter em Angra com o sonho de sair velejando pelo mundo. Na época ele estava a bordo com uma namorada e eu os incentivei a criar um canal no youtube porque eram simpáticos, com um belo barco e tinham todos os requisitos para bombarem no youtube representando a náutica brasileira pelo mundo.
Porém, o tempo passou, Neto se separou e o irmão mais novo entrou no projeto.
Passaram um ano reformando o veleiro. No momento já estão no Caribe com um canal no Youtube e mais de 32 mil seguidores no instagram!
Os mais jovens capitães brasileiros estão conquistando a simpatia de um público que carece de ídolos: O público infanto juvenil.  Aposto que eles serão um dos maiores canais da náutica nacional estimulando jovens a seguirem seus sonhos em qualquer área, a se aventurarem na vida com verdade e responsabilidade.

E você, estimularia seus filhos a viajarem dessa maneira tão jovens?

Veleiro Kairos: Uma família velejando por aí.
Instagran: @kairosailing
YoutubeSailing Kairos

O casal Illa e Vitor, o capitão Barba Ruiva literalmente, se conheceu em Ilha Bela. Moraram por nove anos na Austrália onde compraram seu veleiro e já estão vivendo a bordo por cinco anos, um deles viajando.
A filha do casal Victoria, chamada por Tori, saiu da maternidade direto para o barco.
Super interessante principalmente para quem quer conhecer a rotina a bordo com criança. Os vídeos me transmitem muito amor. A cumplicidade do casal e o carisma da Tori fariam qualquer fofurômetro explodir!

O que são essas bochechas rosadas??? E essa pose gente!?

Aprenda a velejar pela internet: Entenda sobre navegação e vela de conteúdo técnico.

Veleiro Ocean Ware: Herman Hehn, um apaixonado por mar, barcos e navegação.
Instagran: @veleiro_oceanware
Youtube: Brcharter- Turismo Náutico

Herman, engenheiro aposentado passa maior parte do tempo a bordo de seu veleiro com sua esposa Ideli e seu cachorro Nino que foi resgatado e hoje é um marinheiro.
Seu canal procura passar conhecimento sobre navegação e vela com o viés técnico.

A história do resgate desse cachorrinho é linda!

Musas fitness da vela: Velejadoras que incentivam a prática de esporte.

Veleiro Call me Breeze: Praticando yoga desde 2014 aprendendo por um aplicativo e reproduzindo em sua casa-barco.
Instagran: @sea.sun.yoga e @seagle_pro

Conhecemos Juliana e Daniel quando construiam seu catamarã na Ilha de Itaparica na Bahia. O tempo, que passa rápido, foi generoso com esse casal que hoje mora a bordo com a filha Liz.
Juliana incentiva a prática de exercícios com belas fotos fazendo yoga a bordo. E o Daniel, com belas fotos feita com drone!

Deu vontade de tentar uma posição?

Veleiro Kulfi: Viajo pelo mundo no meu veleiro com minha família dividindo minhas paixões – o yoga, o mar…
Instagran: @rosangelaseayoga

Rosângela brasileira, comissária de bordo e Ben, inglês, mergulhador profissional tem uma história de como se conheceram que daria um romance de sucesso. Um dia terei o prazer de entrevistá-la!
O casal comprou um veleiro de aço e resolveu sair pelo mundo com dois filhos pequenos, o Luc e o Joshua que foram os mascotinhos do primeiro Cruzeiro Costa Leste, quando conhecemos a família. Pensem em duas criancas fofas, educadas e que cativavam todo mundo?
Eles seguiram com a viajem e nós vendemos o Cat Guruçá, construímos o Guruçá Cat, enfim, mais de doze anos se passaram quando os reencontramos em Bali.
Eles estavam morando na ilha indonésia quando entraram em contato nos sugerindo ficar em uma ancoragem pouco conhecida pelos guias. Tínhamos que passar por um canal que já fez muito velejador perder seus veleiros. Pegamos os pontos com ele e pimba! Estávamos em um lugar maravilhoso e seguro.
Hoje eles estão de veleiro novo curtindo Fiji na Polinésia.
Tenho quase certeza que foi em Bali que a Rosângela começou a praticar yoga em cima de uma prancha.

Parece fácil né?! Fui tentar fazer uma posição dessas e adivinhem o que aconheceu? rsrsrs

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